28 maio, 2009

Insurgentes do Talibã assumiram a autoria da morte de Gayle.

Em entrevista pelo telefone com a agência Reuters, eles citaram o aumento de “propaganda” do cristianismo como a razão do ataque.

Gayle Williams, 34 anos, tinha dupla cidadania, da Inglaterra e da África do Sul. Ela havia sido realocada recentemente para Cabul, por causa de preocupação cm a segurança, depois de ataques contra civis.

Ela era voluntária do Servindo o Afeganistão havia dois anos. Ela foi morta a caminho do escritório, por dois homens em uma motocicleta.

Duvidando de que a morte de Gayle tenha motivos puramente religiosos, alguns questionaram a acusação feita pelo Talibã, de que Gayle estava evangelizando. Fontes sugeriram que Gayle foi a vítima mais por ser uma mulher ocidental do que por ser cristã, considerando-se a presença de grupos religiosos facilmente identificáveis no país.

“Um mês antes, mataram três mulheres de uma agência secular, e a desculpa dada foi a de que elas eram espiãs. Eles arrumam qualquer desculpa para se livrarem, arranjam qualquer motivo para atacar mulheres”, disse Lyth.

Em uma reunião do Conselho de Segurança da ONU em outubro, o chefe da UNAMA e o Representante Especial das Nações Unidas no Afeganistão, Kai Eide, disseram que os ataques do Talibã foram executados para atrair a atenção da mídia, uma vez que desejam desmoralizar e atrapalhar a reconstrução do país.

Um relato recente da Voz da América apontou que muitos dos projetos de reconstrução dependem massivamente de administração e treinamento estrangeiros. A tentativa do Talibã de desestabilizar a presença internacional poderia minar esses projetos e causar sérios efeitos negativos na nação.